Módulo 03 · 10h

CLP e Programação Ladder

Cinco aulas completas com teoria aplicada, cálculos, diagramas, simuladores, exercícios e avaliação específica.

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MOD.03 / AULA.01

Arquitetura do CLP e ciclo de scan

TeoriaExemplo resolvidoDiagramaSimuladorExercíciosAvaliação

1. Fundamentos teóricos

O CLP possui CPU, memória, fonte e módulos de entradas/saídas. Sua lógica é executada ciclicamente: leitura das entradas, processamento do programa, atualização das saídas e tarefas de comunicação/diagnóstico.

O tempo de scan influencia a resposta do sistema. Sinais muito rápidos podem exigir entradas de alta velocidade ou interrupções específicas, pois podem mudar entre ciclos sem serem capturados pela lógica comum.

Diagnóstico de CLP começa distinguindo campo, módulo de I/O, memória lógica e programa. Um LED de entrada aceso não garante que a tag usada no programa esteja correta.

RELAÇÃO-CHAVE
SCAN ≈ leitura I/O + execução + atualização + serviços

2. Exemplo resolvido

EXEMPLO

Se o scan é 10 ms, a lógica principal é reavaliada cerca de 100 vezes por segundo, embora módulos e comunicações possam ter tempos próprios.

3. Diagrama didático

EntradasCPU/SCANSaídas

4. Prática interativa

SIMULADOR INTERATIVOaltere os valores
Ajuste os valores e execute a simulação.

5. Exercícios de fixação

  1. Liste etapas do ciclo de scan.
  2. Por que pulsos rápidos podem ser perdidos?
  3. Diferencie estado físico da entrada e bit lógico.

6. Verificação de aprendizagem

Avaliação específica da aula

1. A ordem típica inclui:
2. Um scan de 20 ms equivale aproximadamente a:
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MOD.03 / AULA.02

Lógica Ladder básica

TeoriaExemplo resolvidoDiagramaSimuladorExercíciosAvaliação

1. Fundamentos teóricos

Ladder representa lógica de relés por contatos e bobinas. Contatos examinam estados lógicos; bobinas escrevem resultados. Ramos em série implementam AND e paralelos implementam OR.

É essencial diferenciar contato Ladder de contato físico. Um contato XIC/XIO, por exemplo, representa uma condição sobre um bit e não necessariamente um componente mecânico específico.

Programas legíveis usam nomes simbólicos, comentários e separação entre permissivos, comandos e intertravamentos. A clareza reduz tempo de manutenção.

RELAÇÃO-CHAVE
Série = AND | Paralelo = OR | Bobina = resultado lógico

2. Exemplo resolvido

EXEMPLO

Para ligar Q0.0 quando I0.0 e I0.1 estão ativos, use dois contatos em série alimentando a bobina Q0.0.

3. Diagrama didático

I0.0 + I0.1LadderQ0.0

4. Prática interativa

SIMULADOR INTERATIVOaltere os valores
Ajuste os valores e execute a simulação.

5. Exercícios de fixação

  1. Monte uma rung AND.
  2. Monte uma rung OR.
  3. Explique por que nomes simbólicos são preferíveis.

6. Verificação de aprendizagem

Avaliação específica da aula

1. Dois contatos Ladder em série representam:
2. Uma bobina Ladder normalmente:
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MOD.03 / AULA.03

Temporizadores e contadores

TeoriaExemplo resolvidoDiagramaSimuladorExercíciosAvaliação

1. Fundamentos teóricos

Temporizadores medem tempo condicionado por uma lógica; contadores acumulam eventos. Em CLPs, TON, TOF e retentivos possuem comportamentos distintos quanto a habilitação, acumulador e reset.

Contadores devem receber bordas ou eventos bem definidos. Se o sinal permanecer ativo por vários scans, uma implementação inadequada pode contar múltiplas vezes.

Diagnóstico inclui observar preset, acumulado, bit de concluído e condição de reset. Essas variáveis explicam a maioria dos comportamentos inesperados.

RELAÇÃO-CHAVE
TON: ACC→PRE | CTU: ACC = ACC + 1 por evento

2. Exemplo resolvido

EXEMPLO

Um transportador deve parar após contar 10 peças. O sensor incrementa CTU em cada borda e a condição DN desliga a esteira até reset autorizado.

3. Diagrama didático

SensorCTU/TONSaída

4. Prática interativa

SIMULADOR INTERATIVOaltere os valores
Ajuste os valores e execute a simulação.

5. Exercícios de fixação

  1. Explique PRE e ACC.
  2. Por que usar detecção de borda?
  3. Dê um exemplo industrial de temporizador.

6. Verificação de aprendizagem

Avaliação específica da aula

1. Um contador deve incrementar idealmente por:
2. PRE em temporizador significa:
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MOD.03 / AULA.04

Entradas e saídas analógicas

TeoriaExemplo resolvidoDiagramaSimuladorExercíciosAvaliação

1. Fundamentos teóricos

Módulos analógicos convertem grandezas elétricas em valores digitais e vice-versa. Escalonamento transforma contagens brutas do conversor em unidades de engenharia como °C, bar ou %.

Sinais 4–20 mA possuem vantagem de “zero vivo”: 4 mA representa o limite inferior, permitindo distinguir um valor de processo zero de certas falhas de circuito aberto.

A resolução do conversor, faixa configurada e aterramento influenciam precisão. Ruído e loops de terra podem causar instabilidade mesmo quando o transmissor está correto.

RELAÇÃO-CHAVE
EU = (Raw-RawMin)/(RawMax-RawMin)×Span + LRV

2. Exemplo resolvido

EXEMPLO

Se 4–20 mA representa 0–100 °C, uma corrente de 12 mA corresponde a 50 °C, pois está exatamente no meio da faixa.

3. Diagrama didático

4–20 mAEscala0–100%

4. Prática interativa

SIMULADOR INTERATIVOaltere os valores
Ajuste os valores e execute a simulação.

5. Exercícios de fixação

  1. Calcule o valor para 8 mA em faixa 0–100.
  2. Explique zero vivo.
  3. Cite uma causa de ruído analógico.

6. Verificação de aprendizagem

Avaliação específica da aula

1. Em uma faixa 4–20 mA, 12 mA representa:
2. O zero vivo ajuda a detectar:
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MOD.03 / AULA.05

Sequenciamento e diagnóstico

TeoriaExemplo resolvidoDiagramaSimuladorExercíciosAvaliação

1. Fundamentos teóricos

Sequências industriais podem ser organizadas por estados, etapas ou condições de transição. Cada etapa deve ter critérios claros de entrada, ação e saída, além de tratamento de falhas.

No diagnóstico online, force de sinais deve ser evitado sem procedimento, pois pode mascarar intertravamentos. Monitoramento de tags, tendências e estados é preferível para construir evidência.

Uma sequência robusta possui timeout para detectar atuador que não confirmou posição e registra a etapa em que ocorreu a falha.

RELAÇÃO-CHAVE
ETAPA n → ação | transição = condição confirmada + permissivos

2. Exemplo resolvido

EXEMPLO

Cilindro avança, sensor de fim de curso confirma, então a sequência libera o próximo motor. Se o sensor não chegar em 5 s, gera-se alarme de timeout.

3. Diagrama didático

Etapa 1TransiçãoEtapa 2

4. Prática interativa

SIMULADOR INTERATIVOaltere os valores
Ajuste os valores e execute a simulação.

5. Exercícios de fixação

  1. Defina etapa e transição.
  2. Por que usar timeout?
  3. Cite risco de force em CLP.

6. Verificação de aprendizagem

Avaliação específica da aula

1. Timeout serve para:
2. Forçar uma saída pode:
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LABORATÓRIO VIRTUAL V3Pratique os conceitos deste módulo em painéis interativos.
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